Novidade High Tech para Arquitetos e Decoradores
02/12/2012 13:31
O post de hoje é dedicado aos arquitetos e decoradores ligados no mundo da tecnologia e que até então lamentavam não poder incorporar o iPad ao seu dia-a-dia de trabalho.
Pois agora chega de lamentações! Desde outubro de 2010 está disponível o AutoCAD WS, um AutoCAD que roda em iPad, iPhone e...
BIOCONSTRUÇÃO
02/12/2012 13:33
Bioconstrução
Bioconstrução e Construção Sustentável apesar de estarem ligadas, apresentam conceitos distintos
O primeiro termo Bioconstrução, se refere à construções onde a preocupação ecológica está presente desde sua concepção até sua ocupação. Combina técnicas milenares com inovação...
TELHADO VERDE
02/12/2012 13:35
Telhado Verde
Sistema intensivo para uso da laje com trânsito de pessoas, pode receber diversos tipos de plantas. Modelo Standard, super leve, e Premium, com reservatório interno de água. Inclinação mínima de 2% e máxima de 15%, estrutura deve suportar no mínimo 65...
MADEIRA PLÁSTICA
02/12/2012 13:36
Madeira Plástica
Opção sustentável para quem precisa trabalhar com madeira, preferivelmente em áreas externas.
Resistente à corrosão de intempéries, imune à pragas, cupins, insetos e roedores, a madeira plástica é a alternativa ideal para quem colabora com a questão ecológica de forma...
TELHA DE CONCRETO
02/12/2012 13:37
Conforto térmico
As telhas de concreto Tégula garantem excelente conforto por terem baixo índice de condutividade térmica. As cores claras (marfim claro e palha) permitem uma temperatura do que até 5 graus centígrados abaixo de uma telha cerâmica convencional vermelha proporciona.
Alta...
8 MANEIRAS DE FAZER UM JARDIM VERTICAL
02/12/2012 13:43
Os jardins verticais têm conquistado espaço no paisagismo brasileiro. Eles foram criados para amenizar a falta de áreas verdes nos centros urbanos e também para modificar a paisagem de locais com espaços pequenos.
O jardim vertical é um sistema que pode revestir qualquer tipo de parede ou...
COMO USAR TIJOLOS DE VIDRO NA DECORAÇÃO
02/12/2012 13:46
Como usar tijolos de vidro na decoração
Autor: MARIA TEIXEIRA
Os tijolos de vidro são cada vez uma opção de decoração de espaços, dão um toque de modernidade e requinte a qualquer divisão. São muitas as opções à venda, desde os simples tijolos de vidro transparentes, aos de cores variadas...
TEDÊNCIAS DECORAÇÃO PARA 2013
02/12/2012 13:48
Como na roupa, também na decoração das casas, as tendências mudam a cada estação, as cores, os estilos e muitas novidades fazem parte das tendências de decoração para 2013. Este ano pode contar com muita cor, principalmente, cores vibrantes, móveis de efeito espelhado, também o papel de parede...
DICAS PARA ESCOLHER O PAPEL DE PAREDE IDEAL PARA CADA AMBIENTE
02/12/2012 13:50
O papel de parede tem ganho cada vez mais destaque no que diz respeito à decoração, nos últimos anos têm surgido modelos mais modernos, mais bonitos e fáceis de aplicar. O papel pode ser aplicado em quase todas as divisões da casa, pode aplica-lo nas paredes todas da divisão, em apenas uma das...
MANUTENÇÃO DE JARDINS
02/12/2012 13:52
Manutenção de jardins
Mais difícil que conseguir um belo jardim, é mantê-lo. Por esse motivo, devemos planejar bem qual é o nível de manutenção que desejamos para o nosso jardim.
São vários os cuidados de manutenção, dos quais os dois principais são as regas e podas, já que são os cuidados...
BROMÉLIAS NO JARDIM
02/12/2012 13:54
Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) e da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), ambos unidades da Fiocruz, e do Instituto de Pesquisa Jardim Botânico do Rio de Janeiro concluíram que as plantas popularmente conhecidas como bromélias não são micro-hábitats importantes para o...
ESPÉCIES IDEAIS PARA ORNAMENTAR VASOS DENTRO DE CASA
02/12/2012 13:56
Divulgação
Que as plantas são peças fundamentais na decoração interna de nossas casas todo mundo já sabe. A grande dificuldade, porém, é acertar na escolha e nos cuidados das melhores espécies para os espaços disponíveis em ambientes como salas,...
PLANTAS TOXICAS!CUIDADO.
12/06/2013 00:00
As plantas ornamentais podem esconder perigo por trás de sua beleza, pois apresentam princípios ativos capazes de causarem graves intoxicações, quando ingeridas, ou irritações cutâneas, quando tocadas.
Geralmente, a intoxicação por plantas acontece por desconhecimento do potencial tóxico da...
02/12/2012 14:05
As plantas ornamentais podem esconder perigo por trás de sua beleza, pois apresentam princípios ativos capazes de causarem graves intoxicações, quando ingeridas, ou irritações cutâneas, quando tocadas.
Geralmente, a intoxicação por plantas acontece por desconhecimento do potencial tóxico da...
Os orquidófilos e o meio ambiente
Os orquidófilos não são apenas aquelas pessoas apaixonadas pelas
orquidaceae. Eles não se fecham em seu mundinho de
laelias e
cattleyas,
dendrobiuns e
ondiciuns, buscando a flor extraordinária, de armação perfeita, tonalidade gloriosa e perfume celestial. Podem até cometer exageros nos cuidados com as plantas e no tempo que a elas dedicam. Mas também enxergam além do orquidário e procuram acompanhar muito de perto o que acontece com a natureza.
Essa simpática comunidade está atenta, por exemplo, aos ambientes naturais onde florescem as orquídeas. Preocupa-se sobremaneira com a devastação de ecossistemas que são o habitat de espécies raras — algumas, talvez, sequer catalogadas e que estão desaparecendo diante da ocupação irracional de áreas que precisavam ser resguardadas como patrimônio intocável.
De fato, as fronteiras da irresponsabilidade têm avançado céleres sobre nossas florestas, ecossistemas costeiros, matas ciliares… A hiléia amazônica recua para dar lugar à pecuária, o cerrado perde sua cobertura vegetal, a exploração imobiliária desfigura a faixa litorânea. E cada vez que os tratores se põem em marcha, atropelam, dentre outras criaturas de Deus, as orquídeas. Sim, porque o Brasil é um dos países que apresentam o maior conjunto de espécies de orquídeas, com cerca de 3.500 espalhadas por todas as regiões. E elas podem surgir em qualquer parte, em qualquer latitude ou altitude, seja qual for a temperatura, o nível de umidade…
No Nordeste, a esta altura, já se considera comprometida a sobrevivência de algumas das mais belas orquidaceae, nos ambientes que lhes dão abrigo desde que o mundo é mundo. É o caso da Cattleya labiata no Ceará. A serra de Uruburetama, berço de belíssimas flores rubras, está sendo desmatada para dar lugar ao plantio de bananeiras. Árvores centenárias são abatidas e incineradas com toda a sua preciosa cobertura de epífitas. Crime que até agora tem permanecido impune. Entre o Rio Grande do Norte e Alagoas, a vítima da vez é a Cattleya granulosa, elegante moradora das áreas costeiras, que o “boom” imobiliário vem erradicando com despudorada avidez.
Nas associações orquidófilas, fatos como esses são discutidos. Geram-se denúncias. Procura-se conscientizar as pessoas quanto à insensatez que está sendo perpetrada. Por isto, é sempre alentador quando surge um novo grupo de “orquimaníacos”, porque já se sabe que funcionará como caixa de ressonância de idéias novas, como propagadora de uma nova visão relacionada às coisas da natureza.
Assim, é prazeroso registrar a reabertura da Sociedade Cearense de Orquidófilos (ACEO), que retoma um trabalho iniciado em 1977 e que resultou, em seus primeiros anos, na realização de inúmeras exposições, simpósios e publicação de estudos técnicos. A entidade vem atraindo antigos e novos associados, que se reúnem mensalmente, em torno não apenas de belíssimos vasos floridos, mas também de uma pauta voltada para questões ambientais.
Foram retomadas as publicações, palestras, seminários, congraçamentos e exposições. Estas, em locais de grande movimentação do público, têm o propósito de atrair mais e mais adeptos para a orquidofilia, uma atividade apaixonante, que, no mundo inteiro, envolve milhões de pessoas de todas as idades, profissões e níveis sociais, irmanadas pela dedicação às orquídeas e por um desmedido amor à natureza.
Aprenda a combater a cochonilha, uma das pragas mais prejudiciais às plantas ornamentais
Primeiro surgem pequenas bolinhas brancas que se mantêm praticamente estáticas nos caules mais próximos às folhas. Depois, as folhas começam a apresentar manchas e murchar. Logo em seguida, a planta perde vigor a ponto de, em casos extremos, morrer. Esse é um roteiro resumido de um típico ataque de cochonilhas, uma das pragas mais prejudiciais às plantas ornamentais. Embora minúsculos, medindo não mais do que 35 mm, esses insetos sugadores de seiva podem fazer grandes estragos, não apenas pelos nutrientes que rouba, mas também por secretar uma espécie de cera que facilita o ataque de fungos, diminui a capacidade fotossintética da planta e, de quebra, atrai formigas doceiras.
Parentes próximos das cigarras e dos pulgões, as cochonilhas apresentam formas muito variadas, o que dificulta a sua identificação. A coloração pode ser branca, marrom, avermelhada, verde ou enegrecida. Algumas espécies possuem corpo mole e se depositam sobre as plantas como se fosse algodão, enquanto outras têm uma carapaça dura. Sempre em conjunto, os insetos normalmente se instalam nas axilas das folhas (ponto onde a folha encontra o caule), sob as folhas, nos ramos e troncos das árvores e até mesmo em frutos e raízes.
A proteção do jardim contra esses intrusos começa na manutenção das plantas em condições saudáveis. A engenheira agrônoma Harumi Hojo, pesquisadora do Laboratório de Entomologia Geral do Instituo Biológico de São Paulo, explica que o ataque dessa e de outras pragas sempre ocorre em plantas submetidas a condições ambientais e/ou nutricionais impróprias. Entre os fatores que propiciam esses ataques, ela destaca a existência de solo ou substrato inadequados, quantidade insuficiente de luz, falta de água, déficit de nutrientes ou adubação em excesso. Outro fator favorável às cochonilhas é a eliminação dos predadores naturais, como percevejos, joaninhas, moscas e alguns fungos.
Em teoria, todas as espécies vegetais utilizadas na ornamentação de jardins e de interiores, quando submetidas a condições inadequadas de cultivo, estão vulneráveis ao ataque de cochonilhas. "No caso das suculentas, algumas espécies são mais suscetíveis, como nas Echeverias (rosas-de-pedra)", diz o biólogo Marcus Corradini. Outras plantas comumente atacadas por esses insetos são a hortência chinesa, a camélia, as laranjeiras e os limoeiros.
Como intervir?
A boa notícia é que livrar o jardim das cochonilhas não é tarefa difícil. De acordo com a intensidade e as condições do ataque, o controle pode ser feito com a poda e a destruição das áreas mais comprometidas. A limpeza das partes mais infestadas com esponja ou escova secas, ou a remoção dos insetos com cotonete embebido em vinagre ou álcool etílico, também são medidas que surtem efeito.
Para os casos em que é necessária uma intervenção mais dura, uma solução é pulverizar a planta atacada com emulsões de sabão de coco ou detergente neutro e, em seguida, pulverizar óleo mineral emulsionável. O óleo mata os animais por asfixia ao formar uma película sobre eles que impede a respiração. Para maior proteção das plantas, é importante que a pulverização seja feita sempre no final da tarde quando há menor incidência de sol.
A batalha contra as cochonilhas pode ser vencida, ainda, com a aplicação de inseticidas de baixa toxicidade próprios para uso em plantas ornamentais. Outra estratégia de combate válida é a pulverização de extratos vegetais naturais, como a calda de fumo e a calda de santa-maria (ver receitas abaixo).
Receitas caseiras contra cochonilhas
Calda de fumo
Ingredientes:
100 gramas de fumo de corda;
1/2 litro de álcool;
1/2 litros de água;
100 gramas de sabão em pedra neutro.
Preparo:
Misture 100 gramas do fumo cortado em pedacinhos em 1/2 litro de álcool. Acrescente 1/2 litro de água e deixe a mistura curtir por aproximadamente 15 dias. Após este período, corte o sabão em pedaços pequenos e dissolva-o em 10 litros de água. Misture o sabão à calda de fumo curtida. Em áreas com ataques muito intensos, pulverize a mistura diretamente sobre as plantas. Caso a infestação ainda seja pequena, dilua o preparo em até 20 litros de água limpa antes da pulverização. As aplicações devem ser feitas em períodos de sol ameno. Uma dose tende a resolver o problema, caso os bichinhos não desapareçam, porém, vale borrifar as plantas atacadas uma vez por semana, até que a infestação acabe.
Calda de Santa Maria
Ingredientes:
200 gramas de erva–de–santa–maria (Dysphania ambrosioides);
1 litro de água fria;
Preparo:
Amoleça 200 g de erva de Santa Maria em 1 litro de água fria durante 6 horas. Aperte bem as folhas para extrair o suco. Dilua o extrato obtido em 5 litros de água limpa. Pulverize o preparado sobre as partes atacadas uma vez por semana, sempre sob sol ameno, até que a praga seja eliminada.
Confira dez dicas para não errar na decoração da cozinha americana
A cozinha americana é a aposta de grande parte das novas casas e apartamentos. Costuma interagir com a sala de estar ou de jantar e possibilita o preparo de delícias gastronômicas ao mesmo tempo em que se conversa com os convidados que estão nos ambientes vizinhos. Justamente por ser integrada, pequenos erros em sua decoração podem atrapalhar o visual do restante do projeto.
01-Coifa potente
Cozinhar definitivamente não pode se tornar sinônimo de fumaça e cheiro de fritura por toda a casa. Caso contrário, a cozinha americana se torna um transtorno em vez de um benefício. Portanto, além de investir em uma bela decoração, não se esqueça de instalar uma coifa potente com o intuito de driblar os incômodos.
02-Divisão
A cozinha americana é uma aposta para integrar ambientes, mas pode contar com detalhes que conferem uma certa divisão. Este tipo de balcão, proporciona que as pessoas se sentem ao seu redor e conversem enquanto a comida é preparada. Outra sugestão é a porta de correr, que permite momentos de privacidade.
03-Integração
A cozinha americana pode ser totalmente integrada ao resto da casa, sem portas ou balcões. Com ou sem itens que proporcionem certa divisão, é interessante que o estilo de decorar siga o mesmo padrão do resto do projeto.
“Quem quer dar ar rústico pode investir em mais madeira”. “O moderno fica por conta de fundo acinzentado, laca, muito vidro nas portas, uso da cor branca, puxador não-aparente com perfil de alumínio embutido.”
04-Mesa
O balcão é versátil e pode se transformar em uma mesa de jantar. “Se essa é a intenção, deve ser um pouco mais baixo que o balcão utilizado como bar”, cerca de 75 cm do piso. Essa opção se torna aliada de casas e apartamentos pequenos.
05-Piso
Como a proposta da cozinha americana é integrar os ambientes, é interessante que o seu piso seja o mesmo da sala vizinha. Vale até apostar em madeira. “Os vernizes que as madeiras recebem hoje são mais fortes e dão maior proteção. Fora isso, os produtos de limpeza atuais retiram a necessidade de jogar água no chão para lavar a cozinha.
06-Pastilha no chão
Por mais que a madeira receba proteção maior, algumas pessoas podem ficar com receio de investir nela na hora de revestir o chão da cozinha. As pastilhas são uma ótima opção para serem aplicadas sobre o piso, formando uma espécie de tapete.
07-Revestimento da parede
As paredes da cozinha americana não precisam seguir a pintura do restante dos cômodos da casa. Por mais que se queira integrar, é importante pensar na praticidade. A tinta não torna mais fácil a limpeza. Entre as sugestões de revestimento estão os a base de pvc e pastilhas de aço, vidro ou madeira.Nunca utilizar pedra rústica próximo ao fogão, apesar de contar com o apoio da coifa, o material pode gerar acúmulo de gordura ao longo do tempo.
08-Móveis
Os móveis podem ser de materiais diferenciados. A fórmica, as pinturas PU e acabamentos em resina, além da utilização de vidro e portas com perfís de alumínio, continuam em destaque. Quem quer conferir um ar mais rústico à cozinha americana tem como opção a madeira. “A madeira de demolição está na moda e é muito resistente”.
09-Ambientes pequenos
Donos de casas e apartamentos pequenos devem tomar cuidado para que a cozinha americana não pareça menor do que já é. Cores claras conferem amplitude. “Coloque cor nos acessórios”, porém sem abusar demais, pode ser utilizado inclusive espelhos para dar mais amplitude, se possível utilizar uma parede com espelho piso ao teto, pois a mesma duplica o ambiente, transmitindo uma sensação de que o mesmo é duas vezes maior do que parece.
O fogão de mesa, além do apelo moderno, ocupa menos espaço. Deixe de lado a ideia de utilizar porta de correr e aposte no balcão, que é versátil e pode se transformar até em mesa de jantar.
10-Detalhes
A cozinha americana pede cuidados maiores na escolha dos eletrodomésticos, revestimentos, armários. Isso porque fica mais exposta e deve seguir o contexto da decoração da casa. Portanto, capriche, pois os mesmos sempre estaram visíveis.
CULTIVANDO BROMÉLIAS
A família das Bromeliáceas compreende 50 gêneros conhecidos até agora.
Quanto às espécies, incluindo sub-espécies, variedades e formas, já somam quase 3.000. Sem falar nos híbridos e suas possibilidades, um número praticamente infinito.
As bromélias são típicas das Américas, nas latitudes tropicais e sub tropicais. Podemos encontrar bromélias em condições ambientais das mais variadas, desde altitudes superiores a 4.000m até ao nível do mar, tanto em áreas desérticas, como em mais úmidas. Com exceção de uma única espécie: Pitcairnia feliciana , que é originária da Guiné, África.
Os principais centros de distribuição da família são os Andes, com prolongamento em direção ao México e Antilhas, o Planalto das Guianas e o Leste brasileiro.
Dicas de Cultivo:
1-Pode-se plantar em vasos de barro ou plástico.
2-Usa-se brita, seixo rolado ou cacos de cerâmica como drenagem no fundo do vaso.
3-Como substrato pode-se usar uma mistura de casca de pinus decomposta, areia e húmus de minhoca (turfa também dá bons resultados). Brita, assim como pedriscos, podem ser adicionados.
4- Como adubação, além do húmus ou turfa, usa-se osmocote 14 14 14 (adubo americano de liberação lenta).
5- Faz-se necessária uma adubação foliar de 15 em 15 dias pelo menos na primavera, verão e outono. No inverno 1 vez ao mês é suficiente. Use adubos inorgânicos de eficiência comprovada nas fórmulas 10 10 10 ou 20 20 20. Nas bromélias do gênero Neoregelia evite formulações com altas doses de nitrogênio (N). Prefira as fórmulas como 7 12 9 (onde o P do NPK deve ser mais alto).
6- Esteja sempre atento ao aparecimento de doenças (fungos e bactérias) ou pragas (insetos, lesmas, lagartas, etc), pois apesar das bromélias serem plantas muito rústicas e resistentes, elas poderão aparecer. Neste caso procure sempre a orientação de pessoas qualificadas ou sociedades specializadas.
7- Algumas plantas podem ser cultivadas a pleno sol, mas a grande maioria prefere uma meia-sombra, seja debaixo de uma árvore, em varandas ou ripados. Portanto, ao adquirir a sua planta, certifique-se da sua preferência para que possa cultivá-la com sucesso.
Suas formas, rusticidade e ampla adaptação aos mais variados ambientes, fazem com que as bromélias hoje sejam cada vez mais usadas nos jardins. Isoladas ou em grupos, formam belíssimos conjuntos de grande força paisagística.
No entanto, é importante conhecer bem sua vocação, seja pleno sol, meia sombra ou sombra, para obter resultados satisfatórios em seu cultivo.
Bromélias de PLENO SOL: podem ficar expostas ao sol durante 80% do dia.
Bromélias de MEIA SOMBRA: podem receber o sol da manhã ou da tarde, no máximo 50% do dia, fora do horário de 10:00 as 14:00h (especialmente no verão).
Bromélias de SOMBRA: sob árvores, ripados com exposição máxima de 10% do dia, na manhã cedo ou final da tarde (não devem receber sol das 10:00 as 16:00h).
Segue-se uma lista de plantas que, pela nossa experiência e de outros especialistas, aceitam bem o sol pleno. No entanto, se você pretende plantá-las no jardim, expostas ao sol pleno, aconselhamos faze-lo nos meses de outono ou inverno para que possam aclimatar-se até que o verão chegue. Mesmo assim, a grande maioria agradecerá se no auge do verão tropical receber uma leve sombra de uma palmeira, ripado ou arbusto nas horas mais quentes do dia.
SOL PLENO (Porte Grande)
Aechmea aquilega
Aechmea araneosa
Aechmea blanchetiana
Aechmea bracteata
Aechmea bromelifolia
Aechmea callichroma
Aechmea chantinii forma black
Aechmea chantinii cv SAMURAI
Aechmea castelnavii
Aechmea eurycorymbus
Aechmea lingulata
Aechmea mexicana
Aechmea mulfordii
Aechmea pectinata
Aechmea phanerophlebia
Aechmea rubens
Aechmea tocantina
Alcantarea imperialis
Alcantarea vinicolor
Alcantarea regina
Ananas bracteatus
Androlepsis skineri
Bromelia balanseae
Hohenbergia castellanosii
Hohenbergia catingae
Portea alatisepala
Portea petropolitana var petropolitana
Portea petropolitana var extensa
Portea leptantha
Portea kermesina
SOL PLENO (Porte Médio)
Aechmea distichanta
Aechmea nudicaulis
Aechmea ornata
Bilbergia amoena rubra
Neoregelia compacta
Neoregelia compacta cv BOSSA NOVA
Neoregelia mackwilliamsii
Neoregelia cruenta
Neoregelia johannis
Neoregelia marmorata
Quesnelia arvensis
Quesnelia testudo
Wittrockia superba
SOL PLENO (Porte Pequeno)
Aechmea recurvata var ortgiesii
Neoregelia camorimiana
Neoregelia olens
Neoregelia FIRE BALL
Neoregelia FIRE BALL x compacta
Orthophytum gurkenii
Orthophytum navioides
Orthophytum burle-marxii
A maioria das Dychias, Hechtias e Tillandsias( fasciculata, capitata,chiapensis, streptophylla, xerographica, concolor, bulbosa, tricholepsis, caput-medusae, ionantha e usneoides)
MEIA SOMBRA (Vários Tamanhos)
Aechmea caudata
Aechmea fendleri
Aechmea flavorosea
Aechmea zebrina
Hohenbergia stellata
Neoregelia concentrica
Neoregelia concentrica forma plutonis
Quesnelia quesneliana
Vriesea bituminosa
Vriesea gigantea
Vriesea fosteriana
SOMBRA (Vários Tamanhos)
Aechmea fasciata
Canistropis bilbergioides – todas as formas
Canistropis seidellii
Neoregelia carolinae e seus híbridos
Neoregelia princeps
Guzmania lingulata – todas as formas e híbridos
Vriesea fenestralis
Vriesea ospinae
Bibliografia:
Baensch ,Ulrich, Ph.D. e Ursula Baensch - Blooming Bromeliads
Reitz, Raulino – Bromeliaceas ( 1983)
Prince, Moyna- The BromeliAdvisory ( setembro 2002, artigo)
CULTIVANDO ORQUÍDEAS
A família das Orquidáceas é provavelmente a maior família das Angiospermas. Atualmente o número de espécies catalogadas e estudadas gira em torno de 20.000, espalhadas por todo o planeta com exceção dos Pólos, mas a maior diversidade é, sem dúvida, encontrada nas áreas tropicais. Nascem na terra (terrestres), nas rochas (rupícolas) mas a grande maioria se apóia nas árvores (epífitas).
As orquídeas são divididas em dois grupos, quanto à forma de crescimento. Simpodiais como as Cattleyas, Laelias, Dendrobium, etc, que possuem pseudo-bulbos onde armazenam água e nutrientes e o rizoma que crescem de forma horizontal. As Monopodiais como as Vandas e Phalaenopsis, cujas raízes tem crescimento contínuo vertical e não possuem rizoma nem pseudo- bulbo.
Plantio
A primeira pergunta que se faz é - quando replantar?
Em geral, quando começa a extrapolar o vaso e a soltar raízes novas (Ver figura 1).
Todas as orquídeas após a florada entram em repouso por 30 a 45 dias, dependendo da espécie, começando no fim desde período a emitir o novo broto e raízes. Esta é então a época ideal para replantá-la. Em regiões de inverno rigoroso evita-se os meses de junho, julho e agosto, para divisões de plantas, com o corte de raízes.
O ideal é que tenha pelo menos 3 pseudo-bulbos (simpodiais). Utilize sempre ferramenta limpa e esterilizada. Use fogo ou melhor ainda uma solução de Trifosfato de Sódio a 5% (ou Fosfato tri sódico que é o mesmo) solução estabilizada e fácil de mandar preparar em casas de produtos químicos e mergulhe facas e tesouras por 15 minutos. Garanta, assim, saúde e plantas isentas de vírus. Lembre-se que a mão do homem é a grande disseminadora de viroses, doença que não tem cura.
No caso de monopodiais como as Vandas e Phals, que soltam mudas novas nas laterais, deve-se esperar que tenham pelo menos 2 raízes novas para separá-las da mãe.
Dicas de Plantio
1- O vaso pode ser de plástico ou cerâmica.
2- Coloque uma camada de brita ou seixo no fundo (1/3 da altura), para drenagem. Vasos rasos de cerâmica com furos laterais na precisam de drenagem.
3- Coloque um pouco de substrato sobre a pedra.
4- Acomode a planta, use um tutor ou outro tipo de fixação e complete com o resto do substrato comprimindo em toda a volta. Nas orquídeas, simpodiais, como Cattleyas e Laelias coloca-se o bulbo traseiro ou mais velho junto à borda do vaso e o bulbo mais novo deixa-se uns três dedos de espaço, para que possa crescer (ver figura 2). Isto é o suficiente para que em 2 anos,em média, novo replantio seja feito.
A planta nunca deve ficar solta, tem que ficar bem firme no vaso.
Algumas orquídeas não suportam nenhum excesso de umidade e não se adaptam dentro de vasos. Neste caso, usam-se cascas de árvores como peroba, casca de Callistemum ( árvore da Austrália), casca de landi e muitas outras, conforme disponibilidade na região. A planta deve ser amarrada à casca com uma fita bem firme, evitando o barbante, pois ele trabalha com a variação da umidade.
As monopodiais como as Vandas em geral são plantadas sem nenhum substrato e exigem grandes cuidados em relação às regas e adubações, em especial no verão.
Luminosidade
A luz é um fator fundamental no cultivo de orquídeas, pois são plantas ávidas de luz na grande maioria. Em luminosidade baixa podem até vegetar, mas não irão florescer.
Uma tela de sombreamento de 50 a 60% é o ideal para a maior parte delas. Se forem híbridos de Cattleya o melhor ainda é cobri-las com plástico agrícola adequado.
O tom do verde de suas folhas é um bom indicativo da qualidade de luz na sua estufa. Não deve ser escuro demais, tipo verde garrafa, nem muito amarelado. O ideal é a cor que os americanos do norte chamam – a cor da maçã verde.
Algumas,no entanto, exigem mais sombra como as micro orquídeas , os Paphiopedilums, as Miltônias colombianas. Outras, no outro extremo, adoram sol direto como a Vanda teres, Renathera coccínea, C percivaliana, C lueddemaniana, etc
Ventilação
Boa circulação de ar é essencial para garantir plantas saudáveis. Portanto se sua região fica excessivamente quente e úmida no verão, faça uso de ventiladores, circuladores, exaustores ou abra mais sua estufa para melhorar a corrente de ar, pois desta forma muitas pragas e doenças poderão ser controladas, em especial as terríveis cochonilhas.
Temperatura baixa e alta umidade também é péssimo para as flores, pois propicia a formação de um fungo chamado Botrytis cinérea que ataca em especial as flores brancas, danificando-as com pontos marrons que as inutilizam para a venda.
Regas e Umidade
A umidade relativa do ar nunca deve estar abaixo de 30%, pois abaixo disto as orquídeas não sobrevivem por muito tempo.
Evite molhar as plantas sob sol forte. O ideal é que as regas ocorram de manhã cedo, no outono e inverno,e à tardinha nos meses de verão e calor. Em lugares onde a umidade do ar costuma ficar baixa, deve-se molhar não só as plantas, mas todo o ambiente, em especial o piso, para aumentá-la.
Temperatura
A maior parte das orquídeas prefere uma temperatura em torno de 15 a 25 graus centígrados. No entanto, toleram temperaturas mais altas ou mais baixas, desde que por pouco tempo.
Phalaenopsis – a temperatura ideal noturna não deve baixar de 18 graus, no entanto de dia suporta sem problemas uma temperatura de 30 a 32 graus.
Cattleyas, Laelias – temperatura ideal deve ficar de 15 a 30 graus.
Cymbidium, Odontoglossum, Dendrobium, Miltônias colombianas – apreciam temperaturas mais baixas, no que resulta em melhores floradas (10 a 25 graus).
Já as plantas nativas da região Amazônica, como a C aurea, C eldorado, Acacallis, não toleram o frio.
Portanto ao adquirir orquídeas, certifique-se da sua preferência e cultive as mais adaptadas a sua região, o que lhe garantirá grande sucesso.
Adubação
As orquídeas necessitam de alimento como todo o vegetal. Utilize adubação inorgânica completa ( macro e micro elementos) líquida ou totalmente solúvel em água, de boa procedência e aplicação comprovada em orquidofilia.
Para manutenção de plantas adultas usa-se NPK de fórmula equilibrada tipo 10 10 10 ou 20 20 20. A proporção é de 1gr/ 1 lt de água para pulverizações quinzenais e de 1/2gr/1 lt de água para semanais. Em caso de estímulo de brotação ou floração usa-se em geral o P mais alto ( fósforo). O uso do K da fórmula do NPK mais alto ( potássio) em geral reforça o sistema de defesa da planta e é bom para as plantas já com botões, pois reforça o colorido já existente. E o N deve ser utilizado para os filhotes e na melhoria de alguns substratos como o pinus, que exige aplicações com teor mais alto de nitrogênio. Usa-se em geral nesses caso 30 10 10. Aplicações de Nitrocalcio devem ser feitas cada 2 ou 3 meses, pois são essenciais para corrigir aquelas folhas traseiras amareladas comuns na Laelia purpurata.
Adubos de origem orgânica como farinha de osso, tipo mix como o Bokachi, podem e devem ser utilizados a cada 2 a 3 meses para reforçar o sistema radicular. Usa-se 1 a 2 colheres de chá por vaso, dependendo do tamanho deste. O Osmocote ou similares, adubos de liberação lenta ( só tem macro elementos) também podem ser usados e seguem as regras como para os orgânicos, a cada 2 ou 3 meses são renovados.
Atenção, nunca adube uma planta seca. Molhe na véspera, de preferência, para então adubá-la cedo de manhã. Lembre-se orquídeas gostam de adubação contínua e homeopática.
Pragas e Doenças
Como todo vegetal, estão sujeitas ao ataque de insetos e doenças. Em caso de surgimento de manchas, podridões, etc procure auxílio em lojas especializadas, agrônomos ou técnicos autorizados ou mesmo sociedades orquidófilas, eles certamente vão orientá-lo de forma adequada.
Sua parceira, Avia, foi fabricada com 52 camadas de Opalflex – plástico também patenteado pela Slamp, este opaco – criando uma forma arquitetônica que ilumina levemente. Graças à sua estrutura central, a mesma de Aria, Avia emana luz nos 360 graus ao seu redor dando ao espaço perspectivas e reflexões admiráveis. Disponível nas cores preto ou branco a peça tem quatro opções de tamanhos.